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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Pagamento de diárias de Policiais Rodoviários Estaduais estão atrasadas desde 1º de janeiro

Carlos Augusto e Lorenço Oliveira

LN – Os Policiais Rodoviários Estaduais que participam da Operação Verão 2015 no Litoral Norte estão com as diárias atrasadas desde 1º de janeiro. Dois policiais, que preferem não se identificar, informaram ao jornal e rádio Momento que a equipe convocada para trabalhar na temporada está tendo que arcar com os custos do próprio bolso.

De acordo com os policiais, há um “descontentamento geral” dos patrulheiros em razão da falta de motivos para o não pagamento. “Estamos tendo que pagar para trabalhar! E não há previsão de quando o Estado irá pagar as diárias”, reclamou um deles.

Para atender a demanda do veraneio, foram convocados 190 agentes rodoviários para a chamada Operação Verão, que começou no dia 20 de dezembro. Os policiais, de diversas regiões do estado, recebem R$ 123 por dia para quitar despesas.

Questionado sobre a possibilidade de parar as atividades, o policial disse que não existe movimentação clara para paralisações, mas fez um alerta: “Se não houver pagamento, muitos vão arrumar suas coisas e ir embora para sua cidade, por que não há condições de continuar”.

O Comandante do 3º Batalhão Rodoviário, que coordena a Operação Verão, Major Ulisses Denardi, não se manifestou sobre o caso até o fechamento desta edição, pois estava em reunião em Porto Alegre.

*Matéria publicada no jornal Momento do dia 30 de janeiro de 2015

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

“Turno integral é meta para 2016”, diz Davoglio

Lorenço Oliveira

Gil José Davoglio Foto: PMO/Arquivo
OSÓRIOApós ser empossado como novo Coordenador da 11º Regional de Educação (CRE), Gil José Davoglio começou a articular as possibilidades da implantação do turno integral em Osório para 2016. A meta é uma das expectativas da nova gestão da Secretaria Estadual da Educação, que nomeou 30 novos coordenadores na última segunda-feira (12). Davoglio passa a representar o Estado nos municípios do Litoral Norte.

O novo coordenador apontou que há, pelo menos, dois aspectos a serem verificados nas escolas osorienses para torna-las de turno integral: “espaço físico e material humano”. “O ano de 2015 será de análise das instituições para perceber a viabilidade do turno integral”, explicou Davoglio.

Esta medida pensada pelo novo Governo bate de frente com um caso específico em Osório. A Escola Estadual de Ensino Fundamental (EEEF) Prof. Milton Pacheco, mais conhecida como “CIEP”, está há 12 anos com processos para adaptar a instituição para o Ensino Médio. “Já existe um parecer favorável da Seduc [Secretaria Estadual da Educação] para implantação do 2º Grau [Ensino Médio]”, garantiu a diretora da escola Marlene Lessa.

Gil José Davoglio disse que vai analisar a situação da EEEF Prof. Milton Pacheco e que ainda não tem uma definição sobre a questão. Lessa pretende marcar uma audiência com o novo coordenador na próxima semana.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Funasa prevê R$ 3 milhões para apoiar planos de saneamento


Fundação ainda prevê maior aproximação com programa RESsanear do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS)

Lorenço Oliveira

LN – A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) prevê investir cerca de R$ 3 milhões para apoiar a elaboração de Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) no Rio Grande do Sul. Os recursos serão investidos através da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Municípios do Litoral Norte devem ser beneficiados.

O decreto presidencial 8.211/2014 prorrogou o prazo de entrega dos PMSB das cidades brasileiras para dezembro de 2015. A meta anterior era de que os municípios apresentassem seus planos até este mês. Sem eles, os municípios não conseguem captar recursos federais, como do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), para obras de saneamento.

A Funasa é um órgão federal que contribui para agilizar projetos vinculados a saúde pública, sendo o saneamento básico é um de seus pilares. “Neste momento nos estamos vivendo um marco civilizatório na vida dos brasileiros. Nunca se investiu tanto nesta área de água e tratamento de esgoto”, diz o Superintendente Estadual da Funasa no Rio Grande do Sul, Gustavo de Mello.

O que se vê, no entanto, é uma falta de conhecimento por parte dos gestores públicos sobre a importância dos planos. Mello acredita que os municípios menores precisam de um diagnóstico da situação do esgoto e do abastecimento de água para que os municípios recebam verbas. “Agora nos estamos tendo os bons problemas causados pelo volume de investimentos”, garante o Superintendente, que ainda prevê uma aproximação maior da Funasa com o programa RESsanear, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS).

Confira abaixo a situação em alguns municípios do litoral gaúcho, com base em dados fornecidos pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Funasa:

Arroio do Sal

Um dos casos mais recentes é o de Arroio do Sal. A cidade, que possui pouco mais de 8 mil habitantes, está há três anos produzindo um PMSB. Segundo a secretaria de Planejamento e Trabalho, Rita Basei, o documento está na fase final e deve ser apresentado até o fim do ano. O município renovou o contrato de concessão com a Corsan em 2009, com a anexação de clausulas que exigem mais investimento no setor de esgotamento sanitário.

Balneário Pinhal

Já em Balneário Pinhal, a Funasa investiu R$ 100 mil para a elaboração de um PMSB, que já foi concluído.  A cidade, de pouco mais de 12 mil habitantes, recebeu recentemente a implantação de uma adutora de água tratada, com extensão de 9,3 km, onde foram gastos R$1,3 milhão em recursos próprios da Corsan. A cidade passou a ser abastecida com água da estação de tratamento de Cidreira, oriunda da captação no canal da Lagoa da Cidreira. Além disso, foi estendida uma adutora de 1,6 mil metros entre Balneário Pinhal e Magistério, no valor de R$ 135 mil.

Caraá

O Caraá conseguiu captar neste ano uma cifra de R$ 1,2 milhão para investimentos em esgotamento sanitário. O processo ainda não foi iniciado, mas tem previsão de conclusão em 2016. Já em abastecimento de água, foram R$ 350 mil, num processo que já foi concluído, mas com pendências. A população atual do Caraá é de 7,8 mil habitantes.

Capivari do Sul

Com investimentos do PAC na casa dos R$ 3,5 milhões, Capivari do Sul está recebendo melhorias na área de abastecimento de água. Segundo o Superintendente Estadual da Funasa, a cidade está resolvendo um problema histórico de saneamento, que devem estar concluídos em 2016. A população estimada em 2014 é de 4.227 pessoas.

Cidreira

Famosa por suas areias brancas, Cidreira também se destaca como uma das pequenas cidades do litoral que possuem rede de esgoto tratado. De acordo com a Corsan, há coleta de esgoto em 1.108 economias, representando uma porcentagem baixa, mas importante: 6,5%. Atualmente, Cidreira possui uma população de 14 mil habitantes, mas não tem previsão de investimentos na área de saneamento.

Mampituba

Para uma cidade de 3 mil habitantes, os investimentos captados do PAC são extraordinários na vida dos mampitubenses. A cidade está recebendo recursos no valor de R$ 2,7 milhões para obras de esgotamento sanitário. O processo deve estar concluído até 2016.

Maquiné

Maquiné também possui PMSB e conseguiu captar R$ 1,4 milhão do PAC para abastecimento de água. O processo está sendo executado, de acordo com a Funasa. A população da cidade chegou a 7 mil habitantes em 2014.

Morrinhos do Sul

A pequena cidade de Morrinhos do Sul recebeu do PAC cerca de R$ 350 mil para investimento em abastecimento de água em 2009. O processo, de acordo com a Funasa, está 38% concluído. Morrinhos do Sul possui atualmente 3.209 habitantes, segundo o IBGE.

Mostardas

Os mostardenses chegaram ao número de 12,6 mil em 2014, e os investimentos do PAC para a cidade chegaram a R$ 1,5 milhões em saneamento básico, captados entre 2007 e 2008. A maior parte deste recurso é para obras em sistema de esgotamento sanitário.

Palmares do Sul

Outro caso é o de Palmares do Sul, que recebeu neste ano investimentos do PAC em abastecimento de água no valor R$ 3,3 milhões. O processo ainda não foi iniciado, mas deve estar concluído até 2016. Para isso, o PMSB da cidade deve estar concluído até o final do ano, segundo o Secretário Municipal de Planejamento e Meio Ambiente, Endrigo Gonçalves. A prefeitura contratou uma empresa de consultoria para auxiliar na elaboração do plano. Ao todo foram sete audiências com a população, que chegou aos 11,3 mil em 2014.

*Não foi possível coletar informações sobre as cidades de Dom Pedro de Alcântara, Itati, Terra de Areia, Tavares, Três Cachoeiras e Três Forquilhas.


**Matéria publicada no jornal Momento do dia 16 de dezembro de 2014.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Litoral Esgotado

Detalhe de local de deságue de efluentes do esgoto cloacal na lagoa do Marcelino, em Osório.Foto: Lorenço Oliveira/Momento

Recursos do PAC garantem investimentos em saneamento básico, mas burocracia em licitações e licenças ambientais atrasam contratações;  empresas desistem de projetos

Lorenço Oliveira

LN – Um tema pouco debatido pelos candidatos aos governos federal e estadual foi o saneamento básico no país, pois como se diz no jargão popular: “cano enterrado não dá voto”. Os custos das obras de infraestrutura no setor são altos e o retorno em arrecadação leva anos. Apesar de especialistas no assunto estimarem que a cada um real investido em saneamento básico se economiza quatro em saúde pública, o assunto parece não interessar à agenda dos políticos e pouco se vê de propostas para a universalização da água e do esgoto.

O estudo “De olho no PAC”, publicado pelo Instituto Trata Brasil em maio deste ano, fez uma radiografia da situação das obras de água e esgoto nas maiores cidades do país que tiveram investimentos pelo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). De 177 obras do PAC 1 com contratos assinados entre 2007 e 2008, 59% não cumpriram o cronograma inicial. Já os contratos de 2011, referentes ao PAC 2, 50% nem tinham começado. Apesar dos investimentos, o Brasil ocupava em 2011 a 112ª colocação no ranking global de saneamento com 200 países, segundo estudo do Instituto Trata Brasil e do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável.

No Litoral Norte do Rio Grande do Sul a questão se repete. Apesar de recursos da União através PAC garantirem milhões para obras de saneamento, a burocracia de licitações atrasa as contrações de empresas, que nem sempre concluem os projetos. Os órgãos responsáveis pela legislação ambiental também não contribuem para a celeridade dos processos.

Na esteira deste tema, o jornal Momento publica a partir de quarta-feira (10) a série de reportagens Litoral Esgotado, mostrando a situação atual do esgotamento sanitário dos principais municípios do Litoral Norte. Como se comportam as estações de tratamento de efluentes (ETE), qual a abrangência da coleta nas cidades e o que os órgãos públicos estão fazendo para melhorar a nossa região.

LN: R$ 195 milhões em esgoto

Principal local de deságüe dos efluentes na lagoa do Marcelino, em Osório.
Foto Lorenço Oliveira/Momento

A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) é a empresa pública responsável pela maior parte dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Rio Grande do Sul. No Litoral Norte, a companhia trabalha com esgotamento sanitário em 13 municípios, mas em apenas sete deles há ligação à rede coletora (Atlântida Sul, Capão da Canoa, Cidreira, Imbé, Torres, Tramandaí e Xangri-Lá). O restante opera pelo sistema de fossa e sumidor (Arroio do Sal, Balneário Pinhal, Osório, Palmares do Sul, Santo Antônio da Patrulha e Terra de Areia). No total são 201.951 economias, sendo que 22,42% estão ligadas a uma rede coletora de esgoto.

Outros municípios da região, como Caraá, Dom Pedro de Alcântara, Itati, Mampituba, Maquiné, Morrinhos do Sul, Três Cachoeiras e Três Forquilhas não possuem contratos de abastecimento de água ou esgotamento sanitário com a Corsan. Mostardas, Tavares e Capivari do Sul são atendidos pela companhia apenas com abastecimento de água.

A Corsan diz ser uma das companhias que mais captou recursos do PAC para saneamento básico, com um montante de R$ 4 bilhões até 2014. A partir de 2011, o Governo do Estado e a companhia montaram uma força-tarefa para cadastrar municípios com menos de 50 mil habitantes. Este esforço converteu para o Litoral Norte cerca de R$ 332 milhões em obras de saneamento, sendo R$ 195 milhões para esgotamento sanitário.

As diretrizes nacionais sobre políticas de saneamento são ditadas pela Lei Federal 11.445, de 5 de janeiro de 2007, regulada em 2010. A partir dela, ficou definido que o planejamento no setor é função do município, que pode o próprio ente público prestar os serviços, ou designar a uma concessionária pública ou privada. A norma surgiu 23 dias antes do lançamento oficial do PAC, que englobou investimentos federais em várias áreas, incluindo saneamento básico.

Os indicadores oficiais sobre os serviços de água e esgoto no Brasil são consolidados pelo Ministério das Cidades, através do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Um dos pontos mais críticos é o esgotamento sanitário: menos da metade da população (48,3%) têm acesso à coleta de esgoto, sendo que apenas 38,7% são tratados.

A Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) traz outros detalhes sobre esgoto nas residências de todo o país. Os indicadores conjunturais, referentes ao ano de 2012, apontam que 57,2% dos domicílios brasileiros estão ligados a uma rede coletora de esgoto; 6,1% possuem fossa asséptica ligada a rede; 14,5% têm fossa, mas sem ligação a rede; 16,6% aplicam fossa rudimentar; e, 5,7% utilizam outro sistema ou não têm.

Ainda de acordo com a PNAD, 42,3% dos domicílios da região Sul estão ligadas a uma rede coletora de esgoto, o que representa 4,12 milhões de residências. A região com o maior percentual é o Sudeste, com 84,2%. A pior situação se encontra no Norte, onde apenas 13,1% possuem rede esgoto.

Mais de um bilhão de pessoas não possuem banheiro no mundo


Madeira velha sustenta o que seria o vaso sanitário na vila Ocupação Hospital, em Porto Alegre. Foto: Guilherme Testa/Editorial J
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saneamento básico como “o conjunto de medidas adotadas em um local para melhorar a vida e a saúde dos habitantes”. Neste sentido, incluem-se o abastecimento de água tratada; coleta e tratamento de esgoto; limpeza urbana; manejo de resíduos sólidos; e, drenagem das águas pluviais. Os responsáveis por essas medidas são os três níveis de governo: municipal, estadual e federal.

Dados da Unesco de 2014 dão conta de que 768 milhões de pessoas no mundo continuam sem acesso à água potável. Segundo a OMS, cerca de 36% da população mundial (2,5 bilhões de pessoas) vivem sem saneamento adequado e mais de um bilhão não tem acesso a banheiro. O Brasil é um dos países com piores índices neste quesito: 7,2 milhões de brasileiros não possuem acesso ao vaso sanitário.

Ainda de acordo com órgãos internacionais, 3,5 milhões de mortes no mundo são decorrentes de problemas relacionados ao fornecimento inadequado de água todos os anos. A diarréia faz mais vítimas do que a AIDS, a malária e o sarampo juntos, em um número que atingi 2.195 óbitos ao dia. É a segunda causa de morte entre crianças de um mês a cinco anos de idade.  


Confira o calendário de matérias da série Litoral Esgotado
Quarta: Torres
Quinta: Capão da Canoa e Xangri-lá
Sexta: Tramandaí e Imbé
Sábado: Osório e Santo Antônio da Patrulha
Terça: Outros municípios

*Reportagem publicada originalmente no jornal Momento, em 6 de dezembro de 2014.


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Festival traz bandas britânicas inéditas no Brasil


Lorenço Oliveira 

LN - O MECAFestival trará quatro shows internacionais ao Litoral Norte em 2015, sendo que três deles são inéditos no Brasil: o duo de synthpop La Roux, a dupla que bombou na internet AlunaGeorge e a mais recente promessa da cena indie Year&Years. Além dessas novidades, a banda Citizens! retorna ao lineup, após atuação na edição de 2013.

Elly Jackson, do duo La Roux vencedor de um Grammy Award (Foto: Divulgação)

Diferente das outras edições, o evento terá apenas um dia. Na esteira dos grandes festivais europeus e americanos, a festa começará cedo, às 17h, e termina de madrugada, às 2h. O local, pela quinta vez seguida, será o Fazenda Pontal Resort, à beira da lagoa das Malvas (Km 2,5 da ERS-407, trecho entre Morro Alto e Capão da Canoa).


Aluna Francis e George Reid formam o AlunaGeorge (Foto: Divulgação)

Years&Years: Mikey Goldsworthy, Olly Alexander e Emre Turkmen (Foto: Divulgação)

Além do Litoral Norte, o festival terá edições no Rio de Janeiro (18/01) e em São Paulo (24/01). O MECA prevê ainda edições em Londres e Nova York. O evento é realizado por uma rede de grupos de comunicação e entretenimento formado pela Todos e a Slash/Slash. Outros parceiros são a Box 1824, Flag.Cx e o Grupo8ito.

Pela segunda vez no MECA, o quinteto Citizens! (Foto: Divulgação) 

O primeiro lote de ingressos (R$ 100,00) já está à venda pelo site BlueTicket (com taxa de conveniência de R$ 10,00). Há pontos de venda em Porto Alegre, nas lojas YOUCOM, dos shoppings Praia de Belas, Barra Shopping Sul, Bourbon Ipiranga e Wallig. O evento terá openbar (bebida liberada) de cerveja.

Serviço MECAFestival
Shows: La Roux, AlunaGeorge, Citizens! e Years&Years
Quando – sábado, 17 de janeiro de 2015 (17h-2h)
Onde – Fazenda Pontal Resort (km 2,5 da ERS-407)
Quanto – R$ 100,00 (1º lote), R$ 135,00 (2ºlote) e R$ 165,00 (3º lote)




*Matéria publicada na contracapa do jornal Momento no dia 29 de novembro de 2014.